O aumento no preço da gasolina voltou a pesar no bolso dos consumidores e reacendeu o debate sobre o ICMS, imposto estadual elevado durante a gestão de Carlos Brandão , que hoje está entre os principais fatores de pressão sobre os combustíveis no estado.
Desde o início de 2026, o novo valor do ICMS sobre combustíveis passou a impactar diretamente o preço da gasolina no Maranhão. A mudança, definida no âmbito nacional, é arrecadada pelos estados e tem efeito direto nas bombas.
No Maranhão, porém, o peso do imposto ganhou ainda mais destaque. Isso porque o estado passou a ter uma das maiores cargas de ICMS do país, com alíquota de 23% desde 2025, após aumento aprovado pela Assembleia Legislativa.
Na prática, esse percentual elevado intensifica o impacto no preço final pago pelo consumidor, ampliando o custo do abastecimento e pressionando toda a cadeia econômica.
A alta recente dos combustíveis também é influenciada por fatores externos, como a valorização do petróleo no mercado internacional, mas o debate local tem se concentrado no peso da tributação estadual.
Diante desse cenário, o deputado estadual Leandro Bello passou a cobrar uma mudança mais drástica: zerar o ICMS sobre combustíveis. Segundo ele, a medida seria uma forma de aliviar o impacto imediato no bolso da população e conter o efeito cascata nos preços.
A proposta surge em meio à pressão política sobre o governo estadual, já que o ICMS é uma das principais fontes de arrecadação, mas também um dos componentes mais sensíveis no preço final dos combustíveis.
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