Apesar de se apresentar como aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador do Maranhão, Carlos Brandão, ainda não seguiu a orientação do governo federal para reduzir a alíquota do ICMS sobre o diesel como forma de conter a alta no preço dos combustíveis.
Durante agenda da caravana federativa realizada na quinta-feira (19), em São Paulo, Lula defendeu que os estados adotem medidas emergenciais para aliviar o impacto no bolso da população. “Vamos pedir a governadores para fazer a isenção do ICMS para não permitir o aumento do combustível (…). O governo federal vai pagar metade da isenção que eles fizerem”, afirmou.
Enquanto isso, o aumento no preço da gasolina segue pesando no bolso dos consumidores e reacende o debate sobre o ICMS, imposto de competência estadual que ganhou protagonismo na formação dos preços.
No Maranhão, o peso do imposto é ainda mais significativo. O estado figura entre os que possuem maior carga tributária sobre combustíveis no país, com alíquota de 23% em vigor desde 2025, após aprovação pela Assembleia Legislativa. O percentual elevado intensifica a pressão sobre os preços e contrasta com o apelo recente do Palácio do Planalto por medidas de alívio fiscal.
Com informações do Correio Braziliense*
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