
A campanha eleitoral começou com força total, mas o que é evidente é que o atual prefeito de São Luís, Eduardo Braide, está se esforçando para esconder aliados e amigos durante este período. Em convenção realizada no dia 25 de julho, ele posou sorridente ao lado de um dos investigados na operação “18 Minutos”, deflagrada na quarta-feira (14/8). Trata-se do presidente do seu partido no Maranhão, o Partido Social Democrático (PSD), Edilázio Júnior.
Deixado de lado desde o palanque da convenção, onde foi colocado na segunda fileira, o ex-deputado federal esteve no evento fardado e demonstrando total devoção ao prefeito. Após a operação, Braide não se manifestou sobre o aliado em suas redes sociais nem apareceu junto a ele em compromissos… Será que ele foi “exonerado” da condição de aliado?
Isso não é novidade… Nessa primeira fase da corrida eleitoral, Braide já distanciou até mesmo a família, após o nome de seu irmão, o médico Antônio Carlos Salim Braide, ser envolvido no escândalo do “Clio do Milhão”. Em um vídeo publicado em seu Instagram, o prefeito negou ter qualquer tipo de relação com o próprio irmão.

Mas a relação da família com o veículo abarrotado de dinheiro em pleno ano eleitoral não para por aí. No dia em que o carro foi encontrado, o então funcionário da prefeitura, Carlos Augusto Diniz da Costa, apareceu afirmando ser o proprietário do veículo. No entanto, após essa declaração, foi exonerado do cargo no dia 31 de julho.
E a situação não termina aí. De acordo com imagens de câmeras de segurança, o motorista que deixou o carro com R$ 1.109.350 no porta-malas era Guilherme Ferreira Teixeira, que, em 2019, foi secretário parlamentar de Braide, que na época era deputado federal.
A relação próxima entre Guilherme e Braide continuou até fevereiro de 2023, quando Guilherme deixou o cargo para se tornar assessor técnico do deputado estadual Fernando Braide, irmão de Eduardo Braide.
Os capítulos do escândalo parecem não ter fim…
Com informações do G1
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