
O secretário estadual de Comunicação, Ricardo Cappelli, questionou a recomendação do Ministério Público Federal (MPF/MA) que orientou a suspensão imediata da embarcação José Humberto da travessia Ponta da Espera/Cujupe. Para o secretário, a instrução é absurda, já que o ferry boat foi vistoriado e liberado pela Capitania dos Portos para operar normalmente.
Em seu Twitter, Cappelli questionou: “A Capitania dos Portos LIBEROU o barco José Humberto para fazer a travessia Ponta da Espera-Cujupe após 30 dias de vistoria. O MPF recomendou parar o barco. Será que os procuradores entendem mais de barcos e navegação do que a Marinha do Brasil? Estranho, muito estranho”.
A recomendação de procuradores do MPF prejudica centenas de maranhenses que dependem do ferryboat para realizar a travessia de municípios da Baixada Maranhense para São Luís. Além disso, a suspensão do transporte que ajuda a desafogar a fila de espera por passagens também afeta a economia de pelo menos 21 cidades da região.
Segundo o secretário, os trabalhadores da Baixada Maranhense são os mais prejudicados com a jogada política/judicial de opositores.
“Amanhecemos hoje com o barco José Humberto, aprovado pela Capitania dos Portos após 30 dias de vistoria, parado após recomendação do MPF. A quem interessa isso? Quem ganha com esta situação? Quem perde é o povo trabalhador da Baixada. Que a justiça repare este absurdo”, pontuou Cappelli.
Semana passada, o ferry boat foi alvo de uma série de notícias falsas que atribuíram um vídeo de uma embarcação da Bahia ao Maranhão com o objetivo de tumultuar e causar pânico entre os usuários do transporte aquaviário.
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